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Pressão Arterial
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Pressão Arterial
Em Portugal, existem cerca de dois milhões de hipertensos. Destes, apenas metade tem conhecimento de que tem pressão arterial elevada, apenas um quarto está medicado e apenas 16 por cento estão controlados.
Hoje sabe-se que a adopção de um estilo de vida saudável pode prevenir o aparecimento da doença e que a sua detecção e acompanhamento precoces podem reduzir o risco de incidência de doença cardiovascular.

Como se define a hipertensão arterial?

Designam-se de hipertensão arterial todas as situações em que se verificam valores de tensão arterial aumentados. Para esta caracterização, consideram-se valores de tensão arterial sistólica superiores ou iguais a 140 mm Hg (milímetros de mercúrio) e/ou valores de tensão arterial diastólica superiores a 90 mm Hg.

Com frequência, apenas um dos valores surge alterado. Quando os valores da “máxima” estão alterados, diz-se que o doente sofre de hipertensão arterial sistólica; quando apenas os valores da “mínima” se encontram elevados, o doente sofre de hipertensão arterial diastólica. A primeira é mais frequente em idades avançadas.

Quais as causas da hipertensão arterial?

Na maior parte dos casos (90 por cento), não há uma causa conhecida para a hipertensão arterial, embora em algumas situações seja possível encontrar uma doença associada que é a verdadeira causa da hipertensão arterial. Por exemplo: a apneia do sono, a doença renal crónica, o hiperaldosteronismo primário, a hipertensão renovascular, a síndroma de Cushing ou terapêutica esteróide, a feocromocitoma, a coarctação da aorta ou a doença tiroideia e paratiroideia.

A hereditariedade e a idade são dois factores a ter também em atenção. Em geral, quanto mais idosa for a pessoa, maior a probabilidade de desenvolver hipertensão arterial. Cerca de dois terços das pessoas com idade superior a 65 anos são hipertensas, sendo este o grupo em que a hipertensão sistólica isolada é mais frequente.

Quais são os factores de risco?

Obesidade;
Consumo exagerado de sal e de álcool;
Sedentarismo;
Má alimentação;
Tabagismo;
Stress.
Como prevenir a hipertensão arterial?

A adopção de um estilo de vida saudável constitui a melhor forma de prevenir a ocorrência de hipertensão arterial.

Entre os hábitos de vida saudável sublinha-se a importância de:

Redução da ingestão de sal na alimentação;
Preferência por uma dieta rica em frutos, vegetais e com baixo teor de gorduras saturadas;
Prática regular de exercício físico;
Consumo moderado do álcool (um máximo de 30 ml etanol/dia nos homens e 15 ml/dia para as mulheres);
Cessação do hábito de fumar;
No caso dos indivíduos obesos é aconselhável uma redução de peso.
A ausência de quaisquer sintomas durante a fase inicial da doença faz da medição regular da tensão arterial um hábito a seguir. Todos os adultos, em particular os obesos, os diabéticos e os fumadores ou com história de doença cardiovascular na família, devem medir a sua pressão arterial pelo menos uma vez por ano.

Quais os sintomas que estão associados à doença?

Regra geral, nos primeiros anos, a hipertensão arterial não provoca quaisquer sintomas, à excepção de valores tensionais elevados, os quais se detectam através da medição da pressão arterial.

Em alguns casos, a hipertensão arterial pode, contudo, manifestar-se através de sinais como a ocorrência de cefaleias, tonturas ou um mal-estar vago e difuso, que são comuns a muitas outras doenças.

Com o decorrer dos anos, a pressão arterial acaba por lesar os vasos sanguíneos e os órgãos vitais (o cérebro, o coração e os rins), provocando sintomas e sinais de alerta vários.

Como se faz o diagnóstico da doença?

O diagnóstico é feito através da medição da pressão arterial e pela verificação de que os seus níveis estão acima do limite normal. Contudo, um valor elevado isolado não é sinónimo de doença. Só é considerado hipertenso um indivíduo que tenha valores elevados em, pelo menos, três avaliações seriadas.

Compete ao médico fazer o diagnóstico da doença, uma vez que a pressão arterial num adulto pode variar devido a factores como o esforço físico ou o stress, sem que tal signifique que o indivíduo sofre de hipertensão arterial.

Quais as formas de tratamento?

Não há uma cura para a hipertensão arterial. Contudo, apesar de ser uma doença crónica, na maioria dos casos é controlável.

A adopção de um estilo de vida saudável proporciona geralmente uma descida significativa da pressão arterial.

A diminuição do consumo do sal reduz a pressão arterial em grande número de hipertensos.

A prática regular de exercício físico pode reduzir significativamente a pressão arterial. O exercício escolhido deve compreender movimentos cíclicos (marcha, corrida, natação ou dança são boas escolhas). Mas os hipertensos devem evitar actividades que aumentem a pressão arterial durante o esforço, como levantar pesos, por exemplo.

Se algum tempo depois de ter posto em prática estas medidas não tiver registado uma descida adequada da pressão arterial, torna-se necessário recorrer ao tratamento farmacológico. Convém sublinhar que os medicamentos não curam a hipertensão arterial, apenas ajudam a controlar a doença. Por isso, uma vez iniciado o tratamento, ele deverá ser, em princípio, mantido ao longo de toda a vida.

Felizmente, já existem muitos medicamentos eficazes na redução da pressão arterial. Compete ao médico decidir qual o fármaco mais apropriado para iniciar o tratamento. Em alguns casos, não basta apenas um fármaco, sendo necessária uma medicação combinada. Noutros casos, os doentes não toleram a medicação indicada, pelo que devem contactar novamente o médico para que ele a substitua por outra.

Fonte: www.portaldasaude.pt


Glicemia
Entende-se por Glicemia a quantidade de açúcar (glicose) no sangue. As medições deste parametro são importantes na detecção e prevenção da hiperglicemia (niveis excessivos de açúcar no sangue) e da hipoglicemia (niveis de açúcar no sangue abaixo do normal).

A diabetes é uma doença crónica que se caracteriza pelo aumento dos níveis de açúcar (glicose) no sangue e pela incapacidade do organismo em transformar toda a glicose proveniente dos alimentos.

Quais são os sintomas típicos da diabetes?

Urinar em grande quantidade e muitas mais vezes, especialmente durante a noite (poliúria);
Sede constante e intensa (polidipsia);
Fome constante e difícil de saciar (polifagia);
Fadiga;
Comichão (prurido) no corpo, designadamente nos órgãos genitais;
Visão turva.

Valores de referência

Glicemia em jejum: inferior a 110 mg/ml
Glicemia pós prandial: inferior a 140 mg/dl

Colesterol
O Colesterol é uma substância gorda presente em todas as células do orgenismo, necessária, em pequenas quantidades ao seu funcionamento. O fígado encarrega-se de produzir colesterol de acordo com as nossas necessidades, sendo a maior parte produzida por este orgão. Além disso, estima-se que cerca de 30% do colesterol que circula no sangue, seja proveniente dos alimentos que ingerimos diariamente (carne, leite gordo, queijo, manteiga e ovos).

Valor de referência
Até 180 mg/dl
Triglicerídeos
É outro tipo de lipidos que circulam no sangue. Podem ser sintetizados pelo organismo (no fígado), no entanto provêm essencialmento das gorduras ingeridas na alimentação, pelo que podem ser reduzidos através da dieta. Uma dieta baixa em gorduras e álcool, e rica em frutas, legumes e fibras baixa o nível de triglicéridos, reduzindo assim o risco de vir a desenvolver doença cardiovascular.

São a forma de acumulação das gorduras no tecido adiposo.

Valor de referência
Até 150 mg/dl
Ác. Úrico (Gota)
O ácido úrico é o produto final da decomposição das proteinas purinas. Estas proteinas existem em todos os tecidos do organismo, podendo ser provenientes quer da alimentação quer das moléculas que armazenam a informação genética (DNA e RNA). Na base da hiperuricémia podem estar: o aumento do catabolismo das proteinas purinas, devido a uma alimentação muito rica em purinas; a diminuição da excreção renal ou a produção de ácido úrico em excesso.

Individuos com niveis de ácido úrico muito elevado devem moderar o consumo de carne (alimento rico em purinas), e de álcool.
Quando uma pessoa apresenta valores de ácido úrico no sangue elevados, de tal forma que se verifica acumulação deste composto no organismo, pode desenvolver-se gota.

Valores de referência:

Homem: de 2 a 7 mg/dl
Mulheres: de 2 a 6 mg/dl
PSA (Próstata)
O antigénio prostático específico (PSA) é uma proteína produzida pelas células da glândula prostática. O teste de PSA mede os níveis de PSA no sangue.

É normal haver nos homens baixos níveis de PSA no sangue. Contudo, o cancro da próstata ou condições benignas (não cancerosas) podem aumentar os níveis de PSA.

Com o aumento da idade, tanto as condições benignas como cancro da próstata tornam-se mais frequentes. As mais comuns condições benignas da próstata são prostatites (inflamação da próstata) e hiperplasia benigna da próstata (aumento da próstata). Não há provas de que a prostatite ou a hiperplasia benigna da próstata causem cancro mas é possível para o homem ter ambas situações e desenvolver cancro da próstata.

Este teste não deve ser realizado após uma relação sexual ou após exercício físico que promova a estimulação da prostata como o ciclismo. Pelas mesmas razões não deve ser executado após o exame do toque rectal.

Níveis isolados de PSA não dão ao médico informação suficiente para distinguir entre condições benignas da próstata e cancro. Contudo, o médico toma em conta os resultados do teste do PSA para procurar outros sinais de cancro da próstata.

Factores de risco

Há vários factores de risco que aumentam as hipóteses de desenvolver cancro da próstata que devem ser tomados em consideração. A idade é o factor mais comum, pois 70% de casos de cancro da próstata ocorrem em homens com idade igual ou superior a 65 anos.

Outros factores de risco incluem história familiar, raça e dieta.

Homens com o pai ou um irmão com cancro da próstata têm maior probabilidade de desenvolver a doença.

A raça negra tem maior percentagem de cancro da próstata detectada enquanto que a asiática tem menores valores.

Há também provas de que uma dieta rica em gorduras animais aumenta o risco de cancro da próstata.

Situações com indicação para a realização do teste

- Homens com mais de 40 anos
- dificuldades em urinar
- micção dolorosa
- urinar frequente
- dores dorsais e/ou pélvicas

Interpretação dos Resultados

O teste executado é semi-quantitativo, ou seja apenas revela se a concentração de PSA no sangue está acima ou abaixo de 4 microgramas/dl

Há quatro resultados possíveis para um teste de PSA:

1.O valor de PSA é normal e não há cancro da próstata (verdadeiro negativo)

2.O valor de PSA é elevado e há cancro da próstata (verdadeiro positivo)

3.O valor de PSA é elevado e não há cancro da próstata (falso positivo)

4.O valor de PSA é normal e há cancro da próstata (falso negativo)

Por isso, acusar positivo não significa necessariamente a presença de cancro da próstata. O doente deve discutir o valor elevado de PSA com o seu médico. Há várias outras razões para um nível elevado de PSA como a hipertrofia benigna da próstata, inflamação, infecção, idade, raça, actividade sexual recente, etc.

Se não houver sintomas de cancro, o médico pode recomendar a repetição do exame de toque rectal e o teste de PSA regularmente para procurar qualquer alteração.

Um teste à urina também pode ser usado para detectar uma infecção urinária. Também podem ser recomendados testes de imagiologia, como ultrassons, raios X ou citoscopia.
Teste de Gravidez
Para o diagnóstico precoce da gravidez utilizado é um teste imunológico de cromatografia rápida que permite a detecção qualitativa de hormona gonadotrofina cariónica humana (hCG) na urina.

A amostra de urina deve colher-se num recipiente limpo e seco. É preferivel utilizar uma amostra proveniente da primeira urina do dia devido à respectiva elevada concentração de hCG. Não obstante, também é possível utilizar amostras de urina colhidas durante o resto do dia.

A hCG é uma glicoproteína produzida pela placenta pouco tempo após a fecundação. Numa gravidez normal a hCG pode ser detectada na urina 7 a 10 dias após a concepção. A concentração de hCG aumenta rapidamente para ultrapassar frequentemente as 100 UI/L no momento de ausência da menstruação.

A sensibilidade do teste é de 25 UI/L.

Como em todos os testes analíticos, sobretudo nos testes semi-quantitativos ou qualitativos podem acontecer casos de falsos negativos e falsos positivos.

Assim, para a correcta interpretação dos resultados o profissional de saúde deve entrar em linha de conta com o estado de saúde geral da mulher, bem como do tempo decorrido para a realização do teste.
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